Wicked, arquétipos e o preço de sustentar o mito
Há 5 semanas
Faleceu o professor e filósofo Matthew Lipman, criador do programa de filosofia para crianças nos EUA. Seu modelo de ensinar filosofia, ousado, repercutiu e repercute em vários cantos do mundo. No Brasil, de forma especial. Foi amplo o movimento de difusão de sua obra, em especial de seu programa de ensino. O que ocasionou, também, a produção de eficientes críticas, reelaborações, de suas teorias e métodos, num processo de construção teórica dialética explícito, tal como não se vê com facilidade no presente filosófico.
Mais informações em www.atea.org.br.
A Folha de S. Paulo publicou uma compilação com 6 telegramas enviados pela embaixada dos EUA no Brasil, a respeito do governo brasileiro. Revelam que o Tio Sam no considera como "adversários". Acesse aqui a íntegra dos telegramas, em inglês.
Às vésperas de realização quase simultânea dos Jogos Olímpicos e de uma Copa do Mundo de futebol no Brasil - coisa, reconheça-se, que não ocorreu "nunca antes na história deste país", e talvez em nenhum outro canto do mundo - qual o interesse em um periódico paulista divulgar, em inglês, os conflitos armados que vêm ocorrendo em outro estado brasileiro? Não se trata, naturalmente, de mera difusão da informação. Nem de tentativa de expandir-se como veículo internacional - se o fosse, o jornal poderia ser inteiramente traduzido para outros idiomas.

Especialmente interessante foi a proposição de "compor" com os dois autores uma teoria da educação, visto que ambos parecem ter posições opostas quanto às possibilidades transformadoras do processo educativo (enquanto Adorno defende a educação como Formação, no sentido forte e amplo do termo, Bourdieu parece caminhar mais próximo de um Althusser ou um Foucault, compreendendo a educação como instrumento de dominação, não de transformação). Franklin, que parece caminhar mais próximo de Adorno, vale-se de diversos instrumentos relevantes, oferecidos por Bourdieur, para pensar a educação como Formação.
O Fórum Permanente de Debates Culturais do Grande ABC foi criado em 2007 com o objetivo de estabelecer um processo participativo e crítico das políticas públicas da cultura e da ação cultural integrada na região do ABC. Trata-se de um grupo independente, sem constituição jurídica, que vem discutindo, entre muitas questões, estratégias de atuação regional, incluindo a organização da comunidade cultural, o estabelecimento de canais de comunicação, e o reconhecimento da cultura como centralidade e valor inalienável da formação humana.





A contra-capa do livro nos conta: "Nesta aventura, a bola toma vida e convivendo com o menino se sente amada ou desprezada, alegre ou triste, procurando ser motivo de felicidade para ele. Com o passar do tempo, percebe que mudanças significativas ocorreram em sua vida: passa a conhecer o mundo, o medo do desconhecido, o viver e o envelhecer. Até que um dia tudo acaba... Ou recomeça?".
"O rosto do meu pai enrubesce mais a cada detalhe que conto sobre o caso Mibinha; minha mãe olha-me com o olho mais esdrúxulo que nunca vi, e minha irmã engole quieta sua janta. Peço o novo telefone do tio Rogério, porque, como advogado, ele deve assistir nossa família. Entro na sala e o ar esmagador, a negrura e a poeira nauseante desses móveis deixam-me o vômito à garganta. Tenho de ir agora, pegar o papel e sumir na calada. Capturo o bloco de notas e fujo silente". Assim é O Ninho de Farpas, romance narrado em 1ª pessoa pela personagem Tânia que, após a morte de sua melhor amiga, supostamente um pacto de suicídio, relembra fatos de sua adolescência marcadamente irritante desenredados num texto anticlímax propositalmente ligado à metáfora do ninho de farpas.


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